Canindé Soares

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A agenda lotada vem ratificando a cada vez mais relevante necessidade de profissionalização daqueles que pretendem adentrar o mercado. E ela vem tomando novo formato nos últimos anos.
Após a criação do curso de moda da Universidade Potiguar (UnP), em parceria com o Senai-Clóvis Motta (que foi extinto não se sabe ao certo o porquê), vários novos profissionais foram absorvidos pelo mercado e as empresas passaram a ter uma nova idéia do que é a moda e do que significa produzir moda.
Verônica Melo considera que, apesar de o curso não existir mais, ele serviu de alavanca para desenvolver o mercado.
Houve o aumento da participação de profissionais capacitados na área – o que era uma raridade em outros tempos. “Antigamente as empresas locais apenas reproduziam o que vinha de fora não se preocupavam com as coleções, nem com criação. Era bastante amador.”
Hoje a realidade está bastante diferente. “Trabalhamos um conceito junto aos empresários da moda. O formato tem mudado significativamente. Estamos valorizando os nossos elementos culturais e propondo um produto diferencial, com valor agregado. Nosso objetivo é ficar na contramão do produto massificado. Por isso, podemos dizer que essa expansão tem sido muito mais de qualidade, do que de quantidade”, afirma.
Além do curso da UnP e o projeto de confecções do Sebrae, há também um curso técnico de Estilo, promovido pelo Senai/Clóvis Motta e está para ser realizada a Semana de Moda da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) que está prevista para ser realizada do dia 3 ao dia 8 de julho.
Através dela será realizado um curso de desenvolvimento têxtil e palestras com profissionais renomados no mercado mundial da moda, como o jornalista e estilista de moda Alberto Rômulo, formado no Centro Técnico da Indústria Química e Têxtil do SENAI.
O curso terá duração de 20 horas com cinco temas e será voltado a estudantes e empresários da área. Mais informações com o professor de Engenharia Têxtil da UFRN, Ataufo Alves nos telefones 3215. 3741 e 3215. 3715.
Após a criação do curso de moda da Universidade Potiguar (UnP), em parceria com o Senai-Clóvis Motta (que foi extinto não se sabe ao certo o porquê), vários novos profissionais foram absorvidos pelo mercado e as empresas passaram a ter uma nova idéia do que é a moda e do que significa produzir moda.
Verônica Melo considera que, apesar de o curso não existir mais, ele serviu de alavanca para desenvolver o mercado.
Houve o aumento da participação de profissionais capacitados na área – o que era uma raridade em outros tempos. “Antigamente as empresas locais apenas reproduziam o que vinha de fora não se preocupavam com as coleções, nem com criação. Era bastante amador.”
Hoje a realidade está bastante diferente. “Trabalhamos um conceito junto aos empresários da moda. O formato tem mudado significativamente. Estamos valorizando os nossos elementos culturais e propondo um produto diferencial, com valor agregado. Nosso objetivo é ficar na contramão do produto massificado. Por isso, podemos dizer que essa expansão tem sido muito mais de qualidade, do que de quantidade”, afirma.
Além do curso da UnP e o projeto de confecções do Sebrae, há também um curso técnico de Estilo, promovido pelo Senai/Clóvis Motta e está para ser realizada a Semana de Moda da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) que está prevista para ser realizada do dia 3 ao dia 8 de julho.
Através dela será realizado um curso de desenvolvimento têxtil e palestras com profissionais renomados no mercado mundial da moda, como o jornalista e estilista de moda Alberto Rômulo, formado no Centro Técnico da Indústria Química e Têxtil do SENAI.
O curso terá duração de 20 horas com cinco temas e será voltado a estudantes e empresários da área. Mais informações com o professor de Engenharia Têxtil da UFRN, Ataufo Alves nos telefones 3215. 3741 e 3215. 3715.